quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Como escovar os dentes?

Qual a maneira certa de escovar?
Uma escovação adequada deve durar, no mínimo, dois minutos, isto é, 120 segundos! A maioria dos adultos não chegam nem próximos a este tempo.
Para ter uma idéia do tempo necessário para uma boa escovação, use um relógio na próxima vez que escovar os dentes. Escove-os com movimentos suaves e curtos, com especial atenção para a margem gengival, para os dentes posteriores, difíceis de alcançar e para as áreas situadas ao redor de restaurações e coroas.
Concentre-se na limpeza de cada setor da boca, da seguinte maneira:
Escove as superfícies voltadas para a bochecha dos dentes superiores e, depois, dos inferiores.
Escove as superfícies internas dos dentes superiores e, depois, dos inferiores.
Em seguida, escove as superfícies de mastigação.
Para ter hálito puro, escove também a língua, local onde muitas bactérias ficam alojadas.
Que tipo de escova dental devo usar?
A maioria dos dentistas concorda que a escova dental de cerdas macias é a melhor para a remoção da placa bacteriana e dos resíduos de alimentos. As escovas com cabeças menores também são mais adequadas, porque alcançam melhor todas regiões da boca, como, por exemplo, os dentes posteriores, mais difíceis de alcançar. Muitos escolhem a escova elétrica como a melhor alternativa, pois ela limpa com maior facilidade e é particularmente indicada para pessoas que têm dificuldade para higiene bucal ou tem menor destreza manual.
Qual a importância do creme dental na escovação?
É importante que você use o creme dental mais adequado para você. Atualmente existe uma grande variedade de produtos feitos especialmente para combater cáries, gengivite, manchas e sensibilidade. Pergunte ao seu dentista qual o tipo de creme dental mais adequado.
Quando devo trocar minha escova dental?
Troque sua escova de dentes a cada três meses ou quando perceber que ela começa a ficar desgastada. Além disso, é muito importante trocar de escova depois de uma gripe ou resfriado para diminuir o risco de nova infecção por meio dos germes que aderem às cerdas.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Dentes? Para que se preocupar…..tenho muitos na boca!

O ser humano na sua grande maioria não se preocupa com a saúde bucal!

Apesar de muitas pessoas questionarem essa afirmação, ela é verdadeira. Digo isso porque ao longo dos últimos dois anos pudemos conversar, e pesquisar milhares de pessoas (candidatos à paciente) e seus comportamentos dentro da clínica, aproximadamente 6 mil.

Na prática todos compartilham de uma mesma dor, um mesmo medo um mesmo sentimento.

Relatos: “Perdi a maioria dos meus dentes, e junto deles a minha alegria em sorrir, comer e vivier, e namorar e amar”.


Somente quando o ser humano bate no fundo do poço é que ele se vira para cima e tenta enxergar a luz. E culpa em 100% dos casos os profissionais que os atenderam, no passado. Em parte isso é verdade, em parte conveniente, afinal de contas quem em sã consciência diria que autorizou ou concordou em extrair boa parte dos seus dentes para “evitar” futuros problemas?

Tem duas coisas que faz o ser humano parar e tratar seus dentes:

1. A dor;

2. A perda de um dente ” da frente”;

A verdade é que as pessoas são “no mínimo” co-responsáveis pelo seu estado de saúde bucal, e no final ainda buscam preço baixo para resolver seus problemas.O que acaba em boa parte acaba gerando ainda mais problemas, pois acabam por receber um tratamento de baixo nível. Vamos entender uma coisa: NÃO EXISTE ALMOÇO DE GRAÇA.

Vale a pena lembrar dos plano de saúde odontológico, que em boa parte oferecem serviços sofríveis, porque de um lado temos um dentista péssímamente remunerado, que faz de conta que trata dos paciente,  que por sua vez faz de conta que paga por um plano decente (de 10 a 15 reais por mês) e de um plano de saúde que faz de conta que entrega um tratamento odontológico. E a empresa que finge oferecer saúde bucal aos seus funcionários, como um pacote de benefício (ou por razão de um acordo de dissídio sindical).

Quando se trata de visitar um médico, o paciente abaixa a cabeça, aguarda por mais de uma hora sentado para no final receber uma receita. Não que não haja valor nisso, mas nesse papel o mesmo homem ou mulher que reclama por aguardar 15 minutos na recepção do dentista, engole seu ímpeto no consultório médico. Pergunto: por que isso acontece?

Meu entendimento: As pessoas engolem seus ímpetos quando precisam fazer algo que consideram importante. No médico o sentimento é de saúde ou doença,  vida ou morte.

No dentista, é atraso de vida. Tenho tantos dentes, por que me preocupar?

Mal sabem as pessoas que um problema bucal pode acarretar em graves problemas de saúde, e até mesmo a morte. Mas a causa mortis quase nunca será identificada, pois o médico desconhece os assuntos e doenças bucais.

Quantas dores de cabeça seculares cuja origem é na ATM (articulação têmporo-mandibular) que fica próxima do ouvido, são tratadas como problema de clínica geral, que sem poder diagnosticar o que é, encaminha para um ortopedista, que por sua vez encaminha para um neurocirurgião, e que depois de muitos reais em exames e consultas, pagos pelo plano de saúde, basta uma ação pontual do dentista para solucionar?

Quando apresentamos um plano de tratamento de reabilitação com implantes para o paciente, ele fala: Nossa!! não achei que ficaria tão caro!

pergunto: Por que motivo ficou caro? Culpa do dentista, ou do paciente que deixou que a sua situação se tornasse insustentável? O engraçado é que na cintura ele ostenta um celular, cujo valor pagaria boa parte do seu tratamento. E relembro aos atentos, que uma escova, uma pasta e um fio dental custam muito pouco. No país, as pessoas trocam em média suas escovas a cada 18 meses, quando o indicado seria a cada 45 dias.

Depois de décadas, quando ele se conscientiza de que pode fazer implantes, não tem mais osso. Queixa-se então de ter que pagar pelo enxerto. Ou então protela a correção de uma cárie, e o dentista informa que terá que tratar o canal. Fica irado como se a culpa fosse do dentista, e não da sua negligência.

Irracionalmente procura por outro “orçamento” mais barato. E inevitavelmente encontra, pois a quantidade de dentistas por pessoa no Brasil é descomunal. Como é leigo, acredita na promessa, e tem certeza de que está fazendo um negócio “da China”, pagando mais barato.

Em média, 25% dos nossos pacientes chegam à Implantotal decepcionados com o tratamento que fecharam, e pagam “duas vezes” pelo mesmo tratamento. Afinal de contas, o que é caro e o que é barato?

Mas o maior desafio que enfrentamos é compreender o “estado emocional” dos pacientes, antes mesmo de iniciarem o tratamento. Tem alguns que possuem uma expectativa tão grande que é simplesmente impossível lhe agradar. Sonham em ter de fato uma terceira dentição que nunca existirá. Sonham com próteses provisórias perfeitas, que não machucam no começo e que não soltam da boca. Sonham com implantes que ficam prontos em 24 horas, esquecendo-se de que tem um tempo determinado por Deus para todas as coisas.

Enfim, cuidar da saúde bucal das pessoas é mais do que apenas ser dentista. É ser psicólogo, amigo, confidente, professor, pai, filho, irmão, humano.

Esse texto é uma homenagem aos profissionais cirurgiões-dentistas, que com dedicação, amor e obstinação cuidam da saúde e da cabeça dos seus pacientes.

Parabéns a todos nós!



IMPLANTOTAL

Desenvolvido protótipo de vacina contra aids com eficácia de 95%

Em sua primeira fase de testes, medicamento foi aplicado em 30 pessoas sadias, escolhidas entre 370 voluntários

MADRI – Uma equipe de pesquisadores espanhóis criou um protótipo de vacina contra o HIV “muito mais potente” que os desenvolvidos até agora ao redor do mundo e que conseguiu uma resposta imune para 90% das pessoas sadias que foram expostas ao vírus.A descoberta foi apresentada nesta quarta-feira, 28, em entrevista coletiva pelos responsáveis pela pesquisa, Mariano Esteban, do Centro Nacional de Biotecnologia do Conselho Superior de Pesquisas Científicas da Espanha (CSIC); Felipe García, do Hospital Clínic de Barcelona, e Juan Carlos López Bernaldo de Quirós, do Hospital Gregorio Marañón de Madri.Após manifestarem uma grande eficácia em ratos e macacos, os testes começaram a ser aplicados em seres humanos há cerca de um ano. Nesta primeira fase, a vacina foi aplicada em 30 pessoas sadias, escolhidas entre 370 voluntários.
Durante o teste, seis pessoas receberam placebo e 24 a vacina. Estas últimas apresentaram “poucos” e “leves” efeitos secundários (cefaleias, dor na zona da injeção e mal-estar geral). Por isso, é possível afirmar que “a vacina é segura para continuar com o desenvolvimento clínico do produto”, ressaltou Quirós.

Em 95% dos pacientes, a vacina gerou defesa (normalmente atinge 25%) e, enquanto outras vacinas estimulam células ou anticorpos, este novo protótipo “conseguiu estimular ambos”, destacou Felipe García. Para completar, em 85% dos pacientes as defesas geradas se mantiveram durante pelo menos um ano, “que neste campo significa bastante tempo”, acrescentou.

Na próxima etapa, os pesquisadores realizarão um novo teste clínico, desta vez com voluntários infectados pelo HIV. O objetivo é saber se o composto, além de prevenir, pode servir para tratar a doença.

“Já provamos que a vacina pode ser preventiva. Em outubro, vacinaremos pessoas infectadas com HIV para ver se serve para curar. Geralmente, os tratamentos antirretrovirais (combinação de três remédios) devem ser tomados rigorosamente, algo insustentável em lugares tão afetados pela Aids como a África”, apontou García.

O protótipo da vacina, batizado como MVA-B, recebe o nome do vírus Vaccinia Modificado Ankara (MVA, na sigla em inglês), um vírus atenuado que serve como modelo na pesquisa de múltiplas vacinas

Até agora, o único teste de vacina contra o HIV que chegou à terceira fase foi realizado na Tailândia. As duas primeiras fases testam a toxicidade do composto e sua eficácia, enquanto a terceira e a quarta examinam a posologia do remédio.

O protótipo da vacina, patenteado pelo CSIC espanhol, está sendo elaborado para combater o subtipo B do vírus da Aids, de maior prevalência na Europa, Estados Unidos, América Central e do Sul, além do Caribe. Na África e Ásia, o vírus mais comum é o subtipo C.

Fonte: Agência Estado

Aparelho Ortodôntico – História

Em 1992, pesquisadores ingleses encontraram uma múmia, nas margens do rio Nilo, no Egito, com idade estimada por arqueólogos entre 3.000 e 2.500 anos de idade, que tinha uma espécie de aparelho dentário. Era uma tira de metal, que prendia os dentes mais tortos da múmia.

Hipócrates e Aristóteles, na Grécia antiga, já discutiam idéias sobre como corrigir dentes tortos. Já os etruscos, prendiam as arcadas de seus mortos com tocos de madeira para que eles não caíssem no túmulo. Pois acreditavam que, assim, o falecido manteria um belo sorriso na vida após a morte. E no século 1 a.C., o fisiologista romano Aurelius Cornelius Celsus escreveu um tratado em que recomendava a pressão dos dedos para corrigir os dentes.

Nada se desenvolveu na ortodontia durante a Idade Média. Porém, em 1728, o dentista francês Pierre Fauchard escreveu o livro O Cirurgião Dentista. Nele, dedicou um capítulo inteiro às formas de corrigir os dentes. Fauchard inventou um aparelho chamado bandeau (em português, bandô) – uma peça de metal em forma de ferradura de cavalo, que ajudava a expandir a arcada dentária e assim acomodar dentes amontoados uns sobre os outros na boca. Daí a expressão “dentes encavalados”.

Mas a ortodontia moderna só veio 90 anos depois, em 1819, quando o doutor francês Gaston Delabarre inventou o fio metálico que é fixado entre os dentes. Em 1841, o dentista Joachim Lafoulon criou o termo “ortodontia”. Porém, quem alavancou essa nova ciência foi o norte-americano Norman W. Kingsley. Em 1880, ele escreveu o Tratado sobre Deformidades Orais, que exerceu enorme influência até a primeira metade do século 20. Entretanto, o que popularizaria o aparelho dentário seria a adoção, pelos dentistas, do aço inoxidável para fabricação de fios, bandas e braquetes – as três peças que formam o aparelho dentário -, que só veio a ocorrer no fim dos anos 1950.

Até o fim da década de 1970 o aparelho dentário possuia uma aspecto horrível, com extensões por fora da boca, conhecidas pelo apelido de estribo. Isso só mudou quando, em 1975, surgiu um adesivo que prendia com sucesso os braquetes diretamente nos dentes. No mesmo ano, um dentista de Beverly Hills, doutor Craven Kurz, inventou o aparelho oculto, cujos braquetes são colados na parte interna da arcada dentária. Sua clientela, formada por artistas de cinema de Hollywood, como a atriz Farrah Fawcett, de As Panteras, incentivou-o a buscar soluções ortodônticas invisíveis. Por fim, em 1997, surgiu o alinhador dentário transparente e removível, criado pela doutora Zia Chishti, também na Califórnia.

Fonte: Wikipédia

Tratamento Ortodôntico com Braquetes Autoligados

Inovação. Essa a palavra que define essa nova técnica de tratamento ortodôntico, através de braquetes “autoligados”.
A tendência em se fazer o tratamento ortodôntico com um menor número de manutenções, ou seja, ter períodos mais longos entre uma consulta e outra, em média, a cada 45 ou 50 dias é uma realidade em países da Europa e nos Estados Unidos. A diminuição do tempo na cadeira do dentista gera benefícios tanto ao ortodontista, que otimiza o seu tempo clínico, quanto ao paciente, que se sente mais confortável com um menor número de consultas.
Isso é possível com o advento dos braquetes autoligados, tecnologia que não necessita dos tradicionais alastics, permitindo a manutenção da força transmitida pelo fio ao dente.
Estudos recentes demonstram que a utilização de braquetes autoligados proporciona uma redução significativa do atrito quando comparado aos braquetes convencionais. “Isso facilita a mecânica de deslizamento”, utilizada para fechamento de espaços, principalmente em casos de extrações dentárias. Outro benefício é um maior controle de rotação.
Comentário:
Nas afirmações acima, gostaria de levantar a seguinte questão:
Qual seria a real diferença no atrito numa mecânica de retração já que num caso de extração de primeiros prés, por exemplo, haveria deslize do arco nos braquetes dos segundos prés e nos tubos dos molares. Logo, apenas os braquetes dos prés apresentariam um maior atrito com o fio, já que os tubos não utilizam alastics. E mesmo assim este atrito nos prés pode ser reduzido se eles forem amarrados com amarrilhos métálicos.
E os casos em que o fechamento dos espaços é realizado sem mecânicas de deslize ( arco dupla chave, por exemplo) ? O atrito não seria um grande problema.
Na execução das biomecânicas ortodônticas ocorrem três tipos diferentes de atrito: clássico, binding e notching. Dos atritos mencionados, o mais preocupante na biomecânica ortodôntica é o clássico.
O atrito clássico é provocado pelas amarras elásticas e metálicas utilizadas nos aparelhos convencionais a fim de manter o arco instalado na canaleta do braquete. “Os aparelhos autoligados apresentam níveis muito baixos de atrito clássico, pois não utilizam amarras.”
A não necessidade de utilizar amarras reduz significativamente o atrito. Tal redução possibilita diminuir os níveis de força aplicados durante a execução da biomecânica, permitindo aos braquetes expressarem sua prescrição na totalidade, exercendo movimentos dentários mais biocompatíveis.” O atrito clássico, na técnica do aparelho ligado é o fator que mais consome força das biomecânicas ortodônticas”, explica Trevisi.
De acordo com Karyna Valle-Corotti, mestre e doutora em Ortodontia pela FOB-USP e professora associada do curso de Mestrado em Ortodontia da Unicid, o menor atrito ocorre principalmente com fios de menor calibre, no qual ocorre menor contato entre o fio e a canaleta. “Essa vantagem é ainda mais evidente nos braquetes com sistema de fechamento passivo”, afirma.
Comentário:
Diversos trabalhos vêm sendo publicados demonstrando justamente que o níveis de atrito com arcos retangulares e redondos de maior calibre são mais próximos quando se comparam os aparelhos ligados e autoligados. Ou seja, a grande diferença no atrito ocorre com os arcos de alinhamento e nivelamento.
Isto pode nos levar a crer que os aparelhos autoligados podem ser mais indicados nos casos de apinhamento que serão tratados sem extrações.
Para Liliana Ávila Maltagliati, mestre e doutora pela FOB-USP e coordenadora do curso de Especialização em Ortodontia da ABCD-SP, o grande diferencial é realmente o atrito. “Entretanto, este diferencial traz muitos outros benefícios em conseqüência, como por exemplo, a menor resistência à movimentação com a redução do atrito que possibilita a aplicação de forças mais suaves, o que, por sua vez, reduz os efeitos colaterais de mecânica e aumenta a velocidade de movimentação. São várias as vantagens que partem da menor força necessária para movimentação”, assinala.
TIPOS DE BRAQUETES
Os braquetes autoligados são indicados para todos os casos de másoclusões, principalmente naqueles de grande apinhamento que necessitam de exodontia de pré-molares e retração inicial de caninos. “Esta fase é executada com fios de menor calibre quando o braquete autoligado apresenta níveis de atrito desprezíveis”, esclarece Karyna.
Quanto à classificação, existem dois tipos de braquetes autoligados:
ativo: o sistema de fechamento da canaleta exerce pressão no fio ortodôntico;
passivo: o fio na canaleta do braquete não recebe pressão ativa do sistema de fixação, a menos que seja para impedir que haja rotações. Com isto, o fio trabalha livremente na canaleta.
“Minha preferência é pelos passivos, pois são os que comprovadamente produzem o menor atrito em qualquer calibre de fio e este é o grande diferencial destes braquetes como já mencionado. A questão de assegurar o encaixe do fio também é mantido nestes braquetes, pois como têm travas rígidas, se o fio não estiver totalmente inserido no slot, a trava simplesmente não fecha e, com relação ao torque, uma vez assegurado o encaixe total, o torque será lido como em braquete convencional”, assegura Liliana.
Fonte: Site Ortopress

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Idosos também devem cuidar da saúde bucal

A saúde bucal dos idosos

Como posso manter uma boa saúde bucal na terceira idade?

Se você cuidar bem dos seus dentes e fizer consultas periódicas com seu dentista, os seus dentes podem durar a vida inteira.

Independentemente da idade, você pode ter dentes e gengivas saudáveis se escovar pelo menos três vezes ao dia com creme dental com flúor, se usar fio dental pelo menos uma vez ao dia e se for regularmente ao dentista para exames completos e limpeza.

Que informações sobre a saúde bucal um indivíduo da terceira idade deve ter?
Até mesmo quem escova e usa fio dental regularmente, pode ter alguns problemas específicos. Muitas pessoas na terceira idade usam dentaduras, tomam remédios e têm problemas de saúde geral. Felizmente, seu dentista pode ajudar você a encarar estes desafios com êxito quase que garantido. 
Saúde bucal dos idosos
-As cáries e os problemas com a raiz dos dentes são mais comuns em pessoas da terceira idade. Por isso, é importante escovar com um creme dental que contenha flúor, usar fio dental todos os dias e não deixar de ir ao dentista.

-A sensibilidade pode se agravar com a idade. Com o passar do tempo é normal haver retração gengival que expõe áreas do dente que não estão protegidas pelo esmalte dental. Estas áreas podem ser particularmente doloridas quando atingidas por alimentos e bebidas quentes ou frias.

Nos casos mais severos, pode ocorrer sensibilidade com relação ao ar frio e a alimentos e líquidos doces ou amargos. Se seus dentes estiverem muito sensíveis, tente usar um creme dental apropriado. Se o problema persistir, consulte o dentista já que esta sensibilidade pode indicar a existência de um problema mais sério, como, por exemplo, cárie ou dente fraturado.

- As pessoas mais velhas se queixam de boca seca com freqüência. Este problema pode ser causado por medicamentos ou por distúrbios da saúde.

Se não tratado, pode prejudicar seus dentes. Seu dentista pode recomendar vários métodos para manter sua boca mais úmida, como tratamentos ou remédios adequados para evitar a boca seca. 
Se você cuidar bem dos seus dentes e fizer consultas periódicas com seu dentista, os seus dentes podem durar a vida inteira
-Enfermidades preexistentes (diabete, problemas cardíacos, câncer) podem afetar a saúde da sua boca. Converse com seu dentista sobre quaisquer problemas de saúde existente para que ele possa ter uma visão completa da situação e para que possa ajudar você de forma mais específica.

-As dentaduras tornam mais fácil a vida de muitas pessoas da terceira idade, mas exigem cuidados especiais. Siga rigorosamente as instruções do seu dentista e, caso ocorra qualquer problema, marque uma consulta. Os portadores de dentaduras definitivas devem fazer um exame bucal geral pelo menos uma vez por ano.

-A gengivite é um problema que afeta pessoas de todas as idades e que pode se tornar muito sério, especialmente em pessoas de mais de 40 anos. Vários fatores podem agravar a gengivite, inclusive: 
1. Má alimentação.

2. Higiene bucal inadequada.

3. Doenças sistêmicas, como a diabete, enfermidades cardíacas e câncer.

4. Fatores ambientais, tais como o estresse e o fumo.

5. Certos medicamentos que podem influenciar os problemas gengivais. 
-Como as doenças gengivais são reversíveis em seus primeiros estágios, é importante diagnosticá-las o mais cedo possível. As consultas periódicas garantem o seu diagnóstico e o seu tratamento precoce.

É importante saber que a boa higiene bucalevita o aparecimento de enfermidades gengivais.

- As coroas e pontes são usadas para reforçar dentes danificados ou substituir dentes extraídos. Uma coroa é usada para recobrir um dente que sofreu perda de substância.

Ela fortalece a estrutura do dente e melhora a sua aparência, sua forma ou seu alinhamento. As pontes ou próteses fixas são usadas para substituir um ou mais dentes faltantes e são fixadas nos dentes naturais ou nos implantes situados ao lado do espaço deixado pelo dente extraído.

Artigo fornecido pela Colgate-Palmolive. Copyright 2010 Colgate-Palmolive. Todos os direitos reservados.

Enxaguatórios Bucais: amigos da saúde bucal

A importância da utilização dos enxguatórios bucais
A cárie dentária e doenças gengivais são causadas principalmente pela placa bacteriana que nada mais é do que uma película esbranquiçada que adere-se às superfícies dos dentes e é formada principalmente por bactérias e restos alimentares.

Se a placa bacteriana não for removida ela se calcifica formando o tártaro. Portanto, uma boa higiene bucal é muito importante para evitar o surgimento da cárie dentária e problemas gengivais.

A higiene bucal deve ser feita utilizando escovas dentárias com cerdas macias e pontas arredondadas, e um creme dental que contenha flúor.

É importante realizar a técnica de escovação dentária correta e realizar movimentos suaves para evitar ferimento nas gengivas.

Complementando a escovação dentária, deverá ser utilizado o fio dental e o enxaguatório bucal com flúor. 
O enxaguatório bucal com flúor é muito importante principalmente à noite, pois é nesse período que as bactérias se tornam oportunistas e atacam a superfícies dos dentes causando cárie dentária e problemas gengivais.

Os benefícios dos enxaguatórios são muitos, dentre os quais podemos destacar: ajudam a eliminar as bactérias que causam a gengivite, a placa bacteriana, o mau hálito e a cárie dentária, atuando onde a escova dentária não alcança, pois permanece por mais tempo na boca uma vez que não enxaguamos a boca após a utilização.

Existem diversos enxaguatórios bucais no mercado com diversas formulações e diversos sabores, mas é importante que o mesmo contenha flúor para ajudar a reduzir o risco de cárie dentária. 
É importante que, em caso de dúvidas, seu dentista seja consultado para que ele possa esclarecê-las e indicar o enxaguatório bucal ideal para o seu caso.

Portanto, não se esqueça que o enxaguatório bucal é um complemento importante da sua escovação dentária diária, devendo ser utilizado pelo menos uma vez ao dia.